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| A AGENDA DA POL�TICA CIENT�FICA E TECNOL�GICA BRASILEIRA: UMA PERSPECTIVA HIST�RICA |
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Rafael de Brito Dias Rafael de Brito Dias Universidade Estadual de Campinas Avenida J�lio de Mesquita, 1054, ap. 10A Campinas, SP, Brasil CEP: 13025-061 F: 55 19 3365-5343 ou 55 19 3521-4565 rafaeldebritodias@gmail.com ou rafaeldias@ige.unicamp.br �reas de pesquisa: Pol�tica cient�fica e tecnol�gica, Ci�ncia e tecnologia para a inclus�o social
RESUMEN
A partir da abordagem da An�lise de Pol�tica, do referencial de advocacy coalitions e das interpreta��es do Pensamento Latino-Americano sobre Ci�ncia, Tecnologia e Sociedade, o artigo explora as caracter�sticas e os principais condicionantes da pol�tica cient�fica e tecnol�gica (PCT) brasileira durante suas tr�s fases. Embora o objeto de an�lise n�o seja propriamente novo, o vi�s anal�tico empregado confere um grau de novidade ao artigo. Ao reconstruir essa trajet�ria, enfatizando os aspectos pol�ticos que ajudaram a conformar a agenda da PCT brasileira em cada uma de suas fases, o artigo fornece uma nova interpreta��o, mais cr�tica, dos processos que deram forma a essa pol�tica. A primeira fase da PCT brasileira, na qual se deu a institucionaliza��o dessa pol�tica, remete ao in�cio da d�cada de 1950. Nota-se nessa fase a articula��o da comunidade de pesquisa brasileira no sentido de advogar pela g�nese de uma pol�tica de Estado para a �rea de ci�ncia e tecnologia e pela constru��o de um aparato institucional capaz de viabilizar o desenvolvimento cient�fico e tecnol�gico nacional. A segunda fase, que compreende o per�odo do Regime Militar (1964-1985) est� associada � concep��o do projeto de autonomia tecnol�gica nacional. Percebe-se que n�o houve um choque de interesses entre a agenda da comunidade de pesquisa e a dos militares. Pelo contr�rio: os dois projetos eram suficientemente pr�ximos para que se articulassem sob a orienta��o dos mesmos objetivos. A terceira fase tem in�cio na segunda metade da d�cada de 1980 e � marcada pela crescente incorpora��o de elementos da racionalidade empresarial (ou gerencial) na agenda da pol�tica cient�fica e tecnol�gica. Ganham particular visibilidade conceitos como �competitividade� e �inova��o�. Mais do que uma demanda do empresariado nacional, essa mudan�a deve ser entendida como um recurso da pr�pria comunidade de pesquisa. Esta, ao abra�ar a racionalidade gerencial, legitima suas pr�ticas e garante a manuten��o de seu controle sobre a agenda da pol�tica. E, ao mesmo tempo, imprime � agenda da PCT uma l�gica que a distancia de um dos objetivos que se deseja para ela: que sirva como instrumento para potencializar as estrat�gias de inclus�o social em curso no Brasil. Descargar Ponencia |
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