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ECONOMIA SOLID�RIA E TECNOLOGIA SOCIAL: UTOPIAS CONCRETAS E CONVERGENTES

M�rcia Maria Tait Lima; Renato Peixoto Dagnino

Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Departamento de Pol�tica Cient�fica e Tecnol�gica [email protected] [email protected] �reas de pesquisa: Sociologia da Ci�ncia e Tecnologia; Pol�tica de Ci�ncia e Tecnologia; e Tecnologia para Desenvolvimento Social.

RESUMEN
A emerg�ncia dos estudos sobre os temas da economia solid�ria (ES) e tecnologia social (TS) t�m apontado para a necessidade de ampliar a produ��o de an�lises que contribuam para entender as iniciativas populares de gera��o de renda e o desenvolvimento de tecnologias destinadas a empreendimentos dessa natureza e a inclus�o social. Este artigo desenvolve a perspectiva de que os movimentos de economia solid�ria e tecnologia social possuem afinidades em seus ideais e pr�ticas, apresentando utopias convergentes e concretas . Num primeiro momento, prop�e-se a discutir autores que se op�e a �s�ndrome do fim das utopias�, resgatando a import�ncia do pensamento ut�pico para manuten��o e coes�o de movimentos que buscam promover transforma��es na sociedade. Ap�s a discuss�o sobre o conceito de utopia, foi constru�da uma argumenta��o no sentido de promover uma caracteriza��o sucinta e apontar algumas converg�ncias - no contexto, nas pr�ticas e nas motiva��es - entre os movimentos de economia solid�ria e de tecnologia social. Tendo como ponto de partida uma necessidade pr�tica de gerar renda e/ou uma perspectiva te�rico-engajada de emancipa��o dos trabalhadores, os dois movimentos compartilhariam algumas utopias e um contexto de transforma��es das formas tradicionais de emprego. Uma forma de entender esse contexto � a partir das respostas da popula��o latino-americana a crise estrutural capitalista e suas conseq��ncias na esfera do trabalho (desemprego). Por isso, uma parte da discuss�o foi dedicada � no��o de centralidade do trabalho, pr�xis ao contexto de crise Na se��o final do artigo, s�o identificadas e caracterizadas quatro utopias concretas e convergentes entre os movimentos de economia solid�ria e tecnologia social: autogest�o; dimens�o coletiva da produ��o de bens e conhecimento; trabalho e t�cnica como �locais� de aprendizado e transforma��o; e supera��o do capitalismo. Durante essa caracteriza��o se buscou mostrar a import�ncia das utopias para manuten��o dos dois movimentos e como plataforma ideol�gica que poderia impulsionar pr�ticas conjuntas.



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