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| CORPO NA/DA CI�NCIA: SEDU��O ENTRE O OBSOLETO E A CRIA��O |
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Vivian Marina Redi Pontin Universidade Estadual de Campinas Laborat�rio de Estudos Avan�ados em Jornalismo � Labjor Pr�dio da Reitoria V, 3� piso � Cidade Universit�ria Zeferino Vaz Distrito de Bar�o Geraldo CEP: 13083-970 � Campinas � SP � Brasil Telefone: (19) 3521-2584 / Fax: (19) 3521-2599 Celular: (19) 8126-3225 vivian_marina@yahoo.com.br
RESUMEN
A positividade direcionada ao corpo na ci�ncia refor�a a id�ia de que ele � um mero objeto a ser manipulado e apropriado. Fragment�-lo em peda�os � uma forma para dar conta de minudenciar seu funcionamento, tornando-o apto a viver num mundo, em que a velocidade (instant�neo) e o consumo s�o exacerbados. Bem como, torna poss�vel sua devida classifica��o (dos peda�os), transformando o humano num banco de dados, num corpo feito carregador de informa��es que percorrem os tempos e detalhes. Quais s�o as suas origens, qual o DNA, qual a porcentagem de cada etnia, quais as chances de desenvolver determinada doen�a, enfim, todo um aparato pronto e devidamente etiquetado daquilo que �, pretende (n�o) ser humano. Esse excesso de informa��es, da sociedade e do pr�prio indiv�duo, refletem um mecanismo de produ��o e uso da ci�ncia no/do corpo (MONTEIRO, 2004). Divulgam-se a todo instante resultados de pesquisas bem sucedidas (as de fracasso s�o escondidas) que fazem do corpo humano e inumano objetos analisados, a fim de potencializar e possibilitar um funcionamento ideal, o que significa em �ltima inst�ncia um prolongamento da vida. A ci�ncia, como elucidativa e detentora da verdade, somada � velocidade e � exacerba��o da tecnologia percebem no corpo humano o obsoleto, protagonizando uma (re)inven��o de um corpo que n�o � somente humano, mas repleto de elementos tecnol�gicos (materiais ou n�o), superando-o e manipulando-o a ponto de torna-lo cria��o (MONTEIRO, 2004). Assim, desde a disseca��o anat�mica, que desvela e mostra o corpo de dentro para fora, at� o agora, que percorre esse dentro nanotecnologicamente, essa invas�o do corpo serve socialmente para o seu controle pol�tico e ideol�gico. Inclusive colocando em suspens�o as no��es de identidade e do que � corpo (ou n�o). Dentro de toda essa discuss�o escolhemos analisar as obras � Encuentro e La sombra � da artista Rem�dios Varo Uranga [(1908-1963) � uma pintora surrealista espanhola. Viveu no M�xico, onde afirmou-se e participou ativamente enquanto artista. Sua obra � um misto de poesia, detalhamentos, invers�o de planos, texturas, cores, fantasia, imagem, tempo, apar�ncia, (re)(a)presenta��o], como formas de artefatos culturais que fogem, ou tentam fugir a l�gica representacional. Valendo-se da filosofia p�s-estruturalista de Gilles Deleuze e Jos� Gil, bem como das contribui��es da antrop�loga Maria Paula Sibilia sobre como a tecnoci�ncia incide diretamente no corpo e nos modos de ser, dentro das rela��es de biopoder foucaultianas. Essa pesquisa integra uma mais ampla do mestrado em Divulga��o Cient�fica e Cultural, que se prop�e, atrav�s dos artefatos culturais (exposi��o de arte, fotografia, poesia, pintura etc.), resistir � representa��o, coisifica��o-fetichiza��o corp�rea e a denuncia a submiss�o da sociedade � ci�ncia e tecnologia ou/e/versus o fasc�nio imag�tico do poder que ambas exercem atrav�s da sedu��o, impulsionadas pela apar�ncia-representa��o (VIEIRA, 2003). Descargar Ponencia |
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